segunda-feira, 19 de abril de 2010

Auto-ajuda em ritmo de aventura

Em clima de retorno, como se tivesse passado alguns anos vivendo na Bulgária sem aprender a falar o idioma e comunicando-me através de sinais, sendo explorado em empregos amaldiçoados e vivendo com 12 outros estrangeiros num kitnet de 18 metros quadrados, aproveito para colocar aqui mais um textículo, um extrato da mais fina reflexão. Como espécie de auto-ajuda, motivador de espíritos fatigados com luta que é esta vida. Vamos a ele: o grande, o primeiríssimo, o number one, Leon Battista Alberti: 

"Trataremos de evitar a ansiedade em terminar as coisas, o que produz obra apressada e imperfeita. Às vezes é bom aliviar o cansaço do trabalho distraindo o espírito. Não adianta fazer como alguns que assumem muitas obras, hoje uma, amanhã outra, deixando-as incompletas. Ao contrário, a obra que se começa, devemos torná-la acabada sob todos os aspectos."


Este aí foi retirado do Da pintura, precisamente do Livro III, parágrafo 61, que se encontra na página 138. Segundo consta, é o primeiro tratado esquematicamente elaborado sobre a pintura, e lançou as bases da atividade. Mas não dêem fé absoluta às palavras deste mentecapto. Procurem direitinho as informações na biblioteca mais próxima.


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